A importância de diversificar os investimentos

A importância de diversificar os investimentos

A importância de diversificar os investimentos está ligado a ideia de diminuir os riscos de grandes perdas. Não significa que você terá uma carteira de investimentos imune a perdas. Mas as chances de passar por momentos turbulentos com menores consequências são menores por não estar concentrado em um único tipo de investimento. Daí vem a importância de diversificar os investimentos.

Ou seja, consegue diminuir o risco diversificável, aquele no qual se tem um mínimo de controle. Um ativo ou alguns pode sofre uma queda de valor, mas outros vão manter ou subir de valor. Mas continua com o risco não diversificável, aquele no qual não tem como se ter controle. Seria uma crise mundial, crise severa na economia do país ou atentado terrorista, em que todos os ativos vão sofrer de alguma maneira, alguns mais e outros menos. Ou seja, o velho ditado, não coloque todos os ovos dentro da mesma cesta. Veja a imagem abaixo:

Fonte: https://euqueroinvestir.com

De acordo a imagem, a medida que se aumenta o número de ativos, é possível diminuir o risco diversificável. Mas, a partir de 9 ativos a redução do risco se torna menor a medida que aumenta o número de ativos. No entanto, acima de 16 ativos já não se consegue diminuir o nível de risco. Uma vez que o risco não diversificável afeta todos os ativos.

Alocação da carteira e a importância da diversificação de investimentos

Então de acordo com o perfil do investidor é possível montar uma carteira com percentuais definidos para as classes de ativos e dentro de cada classe procurar diversificar.

Por exemplo, vamos supor que você decidiu ter 70% de sua carteira em renda fixa e 30% em renda variável. Logo, dentro de renda fixa você vai encontrar vários produto e subcategorias (vamos abordá-los depois ), que podem compor essa parcela de seu investimento. Não seria prudente alocar todo seu dinheiro em apenas um ativo. Mas, vale lembrar que até em renda fixa tem produtos mais arriscados ou arrojados (CRI, CRA, Debêntures).

Assim como dentro dos 30% da renda variável é possível dividir entre classes de ativos (ações e fundos imobiliários). Também é possível dividir a carteira de ações entre os setores, ações mais defensivas ou agressivas.

O principal de tudo é que você esteja tranquilo e entenda o papel de cada ativo em sua carteira de investimentos. Ou seja, não adianta sair comprando de tudo um pouco apenas em nome da diversificação e correr riscos desconhecidos. Então, tenha em mente quais seus objetivos e o racional na escolha de cada ativo de acordo os objetivos.

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